Dois de Julho celebra a democracia e a resistência popular

 

Mais uma vez, os baianos foram às ruas celebrar a data mais importante do estado, o 2 de julho, que confirma o poder de mobilização das classes populares para as transformações necessárias à democracia. É o dia da Independência do Brasil na Bahia. A história conta a expulsão das tropas portuguesas que ainda permaneciam no território baiano após o grito de Independencia de 7 de setembro de 1822, por um exercito popular formado por pessoas de diferentes classes sociais, entre negros libertos, mulheres, indígenas, proprietários de terras, entre outros grupos sociais. Nas ruas do Centro Histórico de Salvador ou em cidades do Recôncavo da Bahia, os baianos e visitantes celebram a memória de heróis e heroínas como Maria Quitéria, Maria Felipa, Joana Angélica, além do Caboclo e da Cabocla, que representam a nossa identidade cultura e a valorização dos primeiros habitantes dessas terras. Este ano eleitoral, os festejos pelo 2 de Julho ganharam ares de esperança do povo brasileiro, que aguardam o mês de outubro para derrotar o atual governo que jogou o país na fome e no desemprego.

Como em outros anos, o ex-presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores, esteve nas ruas, sendo aclamado pelo povo baiano, em uma grande demonstração do apoio popular que a sua campanha tem conquistado em todo país. Já Bolsonaro não teve coragem de chegar perto das manifestações populares e preferiu circular de moto na Orla de Salvador. Todos sabemos que o lugar de Bolsonaro definitivamente não é perto das mobilizações democráticas que cantam: “Com tiranos não combinam, brasileiros corações”.

 

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