Petroquímicos aderem ao movimento nacional contra desmonte da Petrobrás

Petroquímicos aderem ao movimento nacional contra desmonte da Petrobrás

Os trabalhadores de empresas petroquímicas do Polo de Camaçari aderiram ao Dia Nacional de Luta contra a política entreguista do governo Temer (MDB), nesta quarta-feira (30). O Sindiquímica, entidade que representa a categoria, iniciou o ato de protesto por volta das 6h, na estação de transbordo do Pool 1, em Camaçari. Os ônibus que levavam os trabalhadores ficaram retidos no local.

A paralisação reuniu trabalhadores de empresas como Braskem, Acrinor, Deten, IPC, Unigel, Basf, Monsanto, ITF, Elekeiroz, Carbonor, White Martins, QGN e Columbian. Também participaram da mobilização empregados da Bahiapulp, Bahiagás, Chesf, Odebrecht Ambiental e Murici, dentre outras fábricas.

Nos discursos, os dirigentes sindicais reiteraram as bandeiras do movimento: pela redução do preço do diesel, da gasolina e do gás de cozinha; pela mudança na política de preços; em defesa da Petrobras como empresa pública; pela saída de Pedro Parente da presidência da companhia. Durante o ato, os petroquímicos também manifestaram seu apoio à greve dos petroleiros que começou hoje e vai até sexta-feira.

“Ninguém suporta essa política de preços atrelando o nosso combustível ao mercado internacional. Precisamos voltar a refinar nosso petróleo em território nacional e ter preços no mercado interno compatível com os custos de produção e não com a especulação internacional”, expressou o secretário de Finanças da CUT e também diretor do Sindiquímica, Alfredo Santos.

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