Bahiagás - Categoria rejeita fim do ATS

Bahiagás - Categoria rejeita fim do ATS

A crise financeira que atravessa o Brasil não tem prejudicado a produção da Bahiagás. Ao contrário. De acordo com o Relatório da Administração de 2017, divulgado em abril deste ano, em número de clientes, a Bahiagás só perde para o Rio de Janeiro e São Paulo, ultrapassando a marca de 50 mil unidades consumidoras que fazem uso do gás. O crescimento das vendas do setor industrial, em comparação ao ano passado, também aumentou. Porém, no período da campanha salarial, em vez de valorizar seus empregados que contribuem para esse crescimento, a Companhia ameaça utilizar a reforma trabalhista para tentar retirar direitos históricos do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Além disso, prefere o confronto ao diálogo, quando decidiu acabar com as negociações da campanha salarial, impondo a retirada do Adicional por Tempo de Serviço (ATS) dos futuros empregados. Devido à nossa insistência, recuou e aceitou voltar a discutir o Acordo, mas sem abrir mão do fim do ATS. Nas assembleias, os trabalhadores rejeitaram a proposta da empresa e num esforço para fechamento do Acordo Coletivo elaboraram uma nova contraproposta, a fim de buscar o consenso com a Companhia. Esperamos o bom senso da Bahiagás para que tudo se resolva na mesa de negociação. De qualquer forma, está marcada uma audiência de conciliação no dia 29 de junho, no Ministério Público do Trabalho.

O sindicato repudia o fato de a empresa ter condicionado o pagamento da primeira parcela do 13º ao fechamento do ACT. Isso é absurdo!

PLR

Em relação à PLR, a Bahiagás recuou e decidiu manter o piso e apresentou uma proposta intermediária entre as duas propostas que estavam em discussão. O Lucro Liquido a ser distribuído estará condicionado à consecução dos percentuais das metas fixadas pela empresa.

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